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terça-feira, 22 de maio de 2012
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Saúde íntima!
Deixa de bobeira e marque uma visita ao ginecologista. Fazer o check-up é o jeito mais seguro de proteger o seu corpo menina!
Toda garota bem informada sabe da importância de um ginecologista em sua vida. Mesmo assim, há muita mulher por aí faltando ao compromisso de visitá-lo uma vez por ano. Quem foge desse especialista e dos exames recomendados por ele perde a oportunidade de checar o útero, os ovários e companhia. Resultado: aumenta o risco de problemas, principalmente as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), passarem despercebidos. De acordo com o Ministério da Saúde, esses males são mais comuns do que se imagina. Cerca de 10 milhões de brasileiros já depararam com problemas como herpes genital e a infecção pelo vírus HPV, causador do câncer de colo de útero.
Entre 17 e 25% dos casos dessas doenças são registrados na faixa dos 10 aos 24 anos, respectivamente. Sem falar que a aids tem crescido no público feminino. Se essas encrencas não forem descobertas logo no início, provocam estragos muitas vezes irreversíveis.
Submeter-se periodicamente à colposcopia e ao papanicolau, exames capazes de denunciar o HPV, é um compromisso que não pode ficar de fora da sua agenda. Além disso, a vacina contra esse micro-organismo, recomendada para jovens de até 26 anos, apresenta 95% de eficácia. E, na hora de transar, lembre-se sempre de apelar para a camisinha. Proteja-se e seja um exemplo para todas as meninas do Brasil.
Você visita o ginecologista periodicamente?
Toda garota bem informada sabe da importância de um ginecologista em sua vida. Mesmo assim, há muita mulher por aí faltando ao compromisso de visitá-lo uma vez por ano. Quem foge desse especialista e dos exames recomendados por ele perde a oportunidade de checar o útero, os ovários e companhia. Resultado: aumenta o risco de problemas, principalmente as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), passarem despercebidos. De acordo com o Ministério da Saúde, esses males são mais comuns do que se imagina. Cerca de 10 milhões de brasileiros já depararam com problemas como herpes genital e a infecção pelo vírus HPV, causador do câncer de colo de útero.
Entre 17 e 25% dos casos dessas doenças são registrados na faixa dos 10 aos 24 anos, respectivamente. Sem falar que a aids tem crescido no público feminino. Se essas encrencas não forem descobertas logo no início, provocam estragos muitas vezes irreversíveis.
Submeter-se periodicamente à colposcopia e ao papanicolau, exames capazes de denunciar o HPV, é um compromisso que não pode ficar de fora da sua agenda. Além disso, a vacina contra esse micro-organismo, recomendada para jovens de até 26 anos, apresenta 95% de eficácia. E, na hora de transar, lembre-se sempre de apelar para a camisinha. Proteja-se e seja um exemplo para todas as meninas do Brasil.
Você visita o ginecologista periodicamente?
Uma matéria para xeretar Aqui!
Por: Carina Brandão
sosiaamy@gmail.com
Instagram Ou Twitter: @sosiaamy
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Reebok Wonder Woman!
Uma homenagem da Reebok para um dos ícones da TV dos anos 70 e heroína dos quadrinhos, Diana Prince, a Mulher Maravilha. Estiloso e chamativo Cabedal em couro em vermelho metálico, azul, branco e detalhes dourados....
Na parte do calcanhar estrelas brancas num fundo azul e na parte da frente faixas de velcro douradas e para fechar a homenagem o laceclip metálico fazendo referência a tiara da heroína.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
História da Lingerie!
A lingerie é uma autêntica arma de sedução. Longe estão as épocas em que a lingerie pouco ou nada dizia às mulheres. Hoje, esta peça de vestuário é tão importante como outra qualquer...A lingerie apresenta uma vasta variedade de feitios, formas e de cores, aptas a serem vestidas para embelezar o corpo feminino.
À lingerie está relacionado, por excelência, o soutien.
As cuecas têm uma origem muito mais antiga, pelo menos aquilo que mais se assemelhava a elas.
Os povos mais antigos usavam-nos para tapar as partes frontais e deixavam apenas uma tira, do género fio dental, na parte traseira. Mas, tudo era feito com um simples pano e sem grandes preocupações de estética ou de imagem. Aliás, o conceito de estética e sedução nem tão pouco tinha sido descoberto, pelo menos para os povos mais longínquos da história.
Com o passar do tempo e, com a difusão do Cristianismo, começou a haver cada vez mais a preocupação de tapar o corpo, utilizando tecidos grossos e com pouca possibilidade de tentar descobrir os contornos do corpo. O brotar da Renascimento faria com que se realçasse as formas humanas e os seus contornos, escondidos durante tanto tempo.
A imagem do pecado e de Deus era deixada um pouco à margem, em prol do enaltecimento cultural e do indivíduo em si mesmo. Assim, o cuidado com as roupas começou a ser maior e mais detalhado.
Desde esse período até um pouco antes do rebentar da industrialização, o espartilho marcou a sua presença durante muito tempo. Era através dele que as formas do corpo sobressaíam, com decotes mais amplos e elevando os seios. Contudo, o espartilho era demasiadamente apertado e sufocava em demasia as mulheres, para já não falar do longo período de tempo que levava a ser colocado e da ajuda que era necessária. Só mais tarde, surgiu aquilo que mais se assemelhava ao soutiem, na forma e feitio como hoje estamos habituado a vê-lo.
A história da lingerie está, indubitavelmente, relacionada com a época e com o modelo de vida da época. As mulheres que prostituiam o corpo foram as primeiras a usar os soutiens e as cuecas mais usadas, como forma de seduzir aqueles que as pocuravam. Esta revolução só aconteceria após a I Guerra Mundial e, é com a segunda guerra deste calibre que surgem os soutiens sem alças, com arame na parte inferior e as famosas ligas. Com a chegada da década de 60, os soutiens perdem de vez os arames e os enchimentos característicos, e a revolução da lingerie e da moda é total.
As mini saias, os tecidos finos e transparentes, e a emancipação feminina fizeram com que as décadas de 60 e 70 atingissem o auge das conquistas femininas.
A moda e a lingerie começavam a imperar aos poucos, e a preocupação com o aspecto físico começou a ser cada vez maior. A mulher começa a preocupar-se com a sua silhueta, e do seu roupeiro fazem parte peças como soutiens, tops avantajados, mini saias, tangas, camisolas transparentes, calças justas, entre tantos outros acessórios. Tudo fruto da emancipação feminina ocorrida décadas antes.
Hoje, qualquer mulher aprecia comprar uma peça de lingerie e, de facto, a diversidade é tanta que dá vontade de comprar quase tudo o que a loja tem para vender.
A beleza da coisa é que a lingerie transforma qualquer corpo, seja bem feito ou com gordurinhas a mais. A verdade ainda maior é que, a lingerie seduz qualquer pessoa para, logo de seguida, seduzir aquele que a observar no corpo da mulher.
Qual cor de lingerie você mais acha atraente?
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