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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Saúde - Viciados em café!!!

Amo café desde criança! Me lembro de tomar na mamadeira leite com café e depois somente café, pois não sou muito fã de leite. Sem café eu não funciono, fico muito irritada e na marcha lenta! Café alimenta e me deixa super disposta!!!! Mas, como acontece com outros tipos de dependência química, a da cafeína também se dá no cérebro.


Bom Dia Brasil!!!
Tomando café na Ilha da Gigóia - Barra da Tijuca



A cafeína tem o poder de bloquear os receptores de adenosina, substância liberada durante toda a atividade cerebral e que funciona como um calmante natural. Quando minha mente está em estado de cansaço sinto um alívio e excitação depois de duas xícaras de café. O processo funciona bem durante um tempo, até que o cérebro aciona suas defesas em busca de equilíbrio e passa a produzir mais receptores de adenosina. Sendo assim, a quantidade de cafeína necessária para produzir excitação passa a ser maior. Isso explica porque pessoas como eu que consomem muita cafeína adquirem resistência e precisam aumentar as doses de café para desfrutar o efeito energético.
Já fiquei sem tomar café por um tempo por causa do clareamento dentário e fiquei com dor de cabeça, fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentração, náusea e dores musculares, resumindo...fiquei péssima, na bad!!! Pois quem costuma ingerir mais de 250 miligramas de cafeína por dia e apresenta ao menos 3 desses sintomas após 24 horas sem um único cafezinho pode ser diagnosticado com abstinência de cafeína. Esses 250 miligramas equivalem a seis xícaras de café expresso.

"A cafeína é a droga psicotrópica mais popular do mundo".

Cada organismo apresenta uma vulnerabilidade diferente. O que deve ser observado é se a dependência atrapalha a realização das tarefas diárias. 
O bom é que o tratamento é mais simples, quando comparado ao de viciados em outras drogas, e os sintomas da abstinência não costumam durar mais do que uma semana.
A cafeína é atípica porque não provoca danos no cérebro ou no organismo comparáveis aos dos entorpecentes.
Pacientes viciados em cafeína são orientados a reduzir gradualmente a ingestão da substância - 25% a menos a cada semana. Uma das táticas para alcançar essa redução é misturar café descafeinado à versão normal. 



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Por: Carina Brandão
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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Saiba Mais - Doença de Alzheimer

Esta matéria traz dicas importantes que têm por objetivo informar e auxiliar todas as pessoas envolvidas nos cuidados ao paciente com a doença de Alzheimer.

Texto: LIBBS
Informações: Dr. Antonio Eduardo Damin - Médico neurologista, com especialização em Neurologia Cognitiva e do Comportamento pelo HC/FMUSP e membro do Centro de Referência em distúrbios Cognitivos (CEREDIC) do HC/FMUSP.



O número de casos de Alzheimer está aumentando.

A doença de Alzheimer é a principal causa de demência.

Um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença é a idade, pois o número de indivíduos afetados aumenta de forma considerável após os 65 anos, praticamente dobrando o número de casos a cada cinco anos após esta idade.
O número de casos está aumentando em virtude do envelhecimento da população, fenômeno que ocorre de maneira mais visível nos países em desenvolvimento, como o Brasil.



Um dos sintomas principais da doença de Alzheimer é a perda progressiva das funções cerebrais superiores, principalmente a memória.

Isso ocorre porque uma das estruturas cerebrais mais acometidas já no início da doença é o hipocampo, que apresenta morte progressiva dos neurônios (células cerebrais) que o compõem, com consequente diminuição de seu tamanho (volume). Como o hipocampo está relacionado com o armazenamento de novas informações no cérebro, os pacientes com doença de Alzheimer apresentam dificuldade para guardar novas informações, que é relatado por ele ou pelo familiar como esquecimento ou perda de memória, que é o principal e mais comum sintoma no início da doença.


Nem todos os pacientes com doença de Alzheimer começam com a perda de memória.


Apesar de a perda de memória ser o sintoma inicial da maioria dos pacientes com doença de Alzheimer, alguns podem ter outros sintomas iniciais, como:

1- Dificuldade de linguagem;
2- Desorientação no tempo e no espaço;
3- Dificuldade de reconhecimento de objetos ou figuras pela visão (conhecida como agnosia visual).



A doença de Alzheimer não afeta exclusivamente as atividades corticais superiores como a memória.


Além da perda das funções corticais superiores, a doença de Alzheimer gera outras duas alterações no indivíduo afetado: 

1- Perda da capacidade de realização das atividades rotineiras, que chamamos de perda funcional;
2- Alterações de comportamento e de humor, como agitação, agressividade, depressão, ansiedade, entre outras.


Você sabia????

O esquecimento é o principal sintoma dos pacientes com doença de Alzheimer.


Por isso, eles devem estar acompanhados de um cuidador em todas as consultas médicas, já que podem não se lembrar de detalhes importantes de seus quadros ou não perceber suas dificuldades quando o médico perguntar sobre elas durante a consulta.


Respeito e dedicação são virtudes que duram para sempre.


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sábado, 18 de outubro de 2014

Cuidados: Acabe com ela - Xô Caspa!

Mude alguns hábitos, use produtos adequados, invista em uma alimentação de qualidade e acabe de uma vez por todas com este incômodo.


A cada dez brasileiros quatro têm caspa, a maioria é homem, mas algumas mulheres também sofrem com os pontinhos brancos que, muitas vezes, ficam aparentes quando caem nas roupas escuras e causam constrangimento. Sem falar na coceira que também incomoda bastante. A boa notícia é que não é difícil acabar com o problema. Na maioria dos casos, os medicamentos são dispensáveis, basta mudar alguns hábitos, redobrar a higiene e usar produtos específicos, indicados por um dermatologista de sua confiança. Mas atenção! A doença geralmente é causada por uma predisposição genética, portanto, os cuidados devem ser contínuos para que o desconforto não volte. 
A caspa nada mais é do que a descamação do couro cabeludo, provocada pelo excesso de oleosidade. Muitas pessoas relacionam o problema à falta de higiene, mas não é bem assim. A maioria dos casos não tem nada a ver com a falta de asseio. O que mais estimula as glândulas a hiper funcionar são os hormônios sexuais masculinos, por isso a doença, também conhecida como seborreia, é mais frequente em homens. Entretanto, a substância também está presente no corpo feminino, só que em menor quantidade. Geralmente, há uma predisposição genética no organismo, que faz com que esse hormônio atue intensamente sobre as glândulas. Deixar de lavar os cabelos ou não higienizá-los de forma correta também pode causar ou agravar o problema, mas estes casos são a minoria, segundo os especialistas.

Tratamento

Os xampus e condicionadores anticaspa devem ser usados para controlar a situação. Normalmente, estes produtos contêm ácido salicílico, componente que ajuda na redução da oleosidade. Antes de começar o tratamento, o ideal é procurar um médico dermatologista ou tricologista - especialista e patologias relacionadas ao couro cabeludo. Nos casos mais graves, precisamos associar medicamentos tópicos, como corticoides e antifúngicos ao tratamento. Normalmente, esses medicamentos substituem o xampu durante o banho.


Alimentação

A dermatite seborreica também está relacionada à alimentação inadequada. Alimentos ricos em gordura dever ser evitados por quem deseja controlar o problema, assim como os mais picantes que estimulam a transpiração.


Fica à Dica!


Lavar os cabelos diariamente, ao contrário do que muita gente pensa, é saudável. No entanto, se a pessoa não estiver usando produtos adequados, o efeito pode ser inverso. Os dermatologistas alertam ainda que alguns produtos químicos podem causar alergias e até processos inflamatórios no couro cabeludo, aumentando a atividade das glândulas sebáceas. Portanto, antes de usar alguns produtos, consulte um especialista.



Mudanças Necessárias


Aqui está alguns hábitos que colaboram para o aumento da seborreia. Para se livrar da coceira, comece já!!

1- O uso da água muito quente na higienização diária pode estimular a hipersecreção. Opte por água morna, quase fria.

2- O estresse tende a agravar a doença, portanto, cuide de sua saúde emocional.

3- Nos dias quentes, lave bem os cabelos, pois quando a temperatura aumenta, transpiramos mais, inclusive no topo da cabeça.

4- Não durma com os fios molhados e nem os deixe úmidos por períodos prolongados. O ideal é secar as madeixas com o secador, mas em temperatura média.

5- Na hora da higienização, massageie o couro cabeludo com a ponta dos dedos, sem usar as unhas.

6- Um pouco de Sol é necessário, pois ele fornece vitaminas. Por outro lado, a exposição solar excessiva pode aumentar a oleosidade e a umidade do cabelo. Cuidado!



Produtos para deixar seu couro cabeludo saudável e sem caspa!


Shampoo anti-pelliculaire Vichy




Shampoo Clear anticaspa e anti-coceira - Cool Menthol




Shampoo para tratamento do couro cabeludo Head & Shoulders



Shampoo Phytoervas anticaspa, sem sal. Jaborandi e ervas.




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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Mantendo os ossos saudáveis.

Confira cinco dicas para manter e proteger seus ossos nos próximos anos!!!



 1 - Se você conseguir comer entre 5 e 9 porções de frutas e legumes todos os dias, Ótimooooo!!!! Frutas e legumes laranja, vermelho e verde escuro são ricos em antioxidantes e nutrientes que vão beneficiar os seus ossos e a sua saúde em geral. Coma bastante couve, espinafre, laranja, batata doce, uva, tomate, pimentão vermelho e ameixas secas para manter a variedade em sua dieta e para ajudar a manter os ossos saudáveis.

 2- Adicione novos exercícios a sua rotina semanal: Para se proteger da osteoporose é importante fazer exercícios de peso-rolamento e exercícios de fortalecimento muscular. Caminhe, corra, faça musculação regularmente. Comece a fazer exercícios para fortalecer os músculos das costas, quadris e pernas, de 2 a 3 vezes por semana.

 3-  Adicionar exercícios que melhoram o equilíbrio na sua rotina pode ajudar a prevenir quedas e reduzir o risco de fraturas. Faça alongamento, pilates, tai chi chuan e yoga podem promover boa postura, força, movimento e flexibilidade.

 4- Consuma cálcio e vitamina D diariamente, inclua alimentos ricos em cálcio em sua dieta todos os dias. Boas escolhas incluem produtos lácteos com pouca gordura e sem gordura, como leite, iogurte, queijo e alguns vegetais verdes como brócolis e couve. Você também pode procurar por alimentos que têm adição de cálcio, como suco de laranja, leite de soja, leite de amêndoa e leite de arroz enriquecido com cálcio. Se Você não obtém a quantidade diária recomendada de cálcio a partir dos alimentos que você come, tome suplementos para repor o que você está faltando em sua dieta. A vitamina D é mais difícil de ser obtida a partir dos alimentos, mas é igualmente importante para prevenir a osteoporose. Muitas pessoas precisam tomar um suplemento para atender às recomendações diárias de vitamina D. Consulte o seu médico para saber se este é o seu caso, se você precisar de suplementação de cálcio ou de vitamina D.

 5- Conheça os fatores de risco para a osteoporose e pergunte ao seu médico quando você deve fazer uma densitometria óssea. Além de seu histórico de idade, sexo e família, há muitos medicamentos e condições de saúde que podem levar à perda óssea, aumentando o risco e pergunte quando você deve fazer um teste de densidade óssea. 


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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Vacinação - Saúde para seu animal de estimação!


 Assim como a medicina em geral, a medicina veterinária é dinâmica e constante. Os estudos de novos produtos, tratamentos e prevenção de doenças acompanham o aparecimento de novos vírus, agentes epidemiológicos e sua prevalência. No caso das vacinas para cães e gatos, o  avanço em eficácia e segurança é considerável. Entretanto, o segredo do bom programa vacinal está em conseguir o equilíbrio entre utilizar vacinas que protegem o cão e o gato contra doenças que representam um verdadeiro risco de contágio e evitar o uso de vacinas desnecessárias para o animal que frequenta determinado ambiente.


É reconhecido que decisões sobre vacinação são médicas e devem sempre ser realizadas considerando o perfil individual do animal, além de levar em conta os fatores de risco e estilo de vida. Com todas as vacinas disponíveis no mercado atualmente, não é possível assumir um protocolo que seja apropriado para todos os cães e gatos. Porém, especialistas têm se manifestado a favor de definir vacinas Core (recomendadas) e Não Core (opcionais).




Vacinas Core são aquelas que todos os cães  e gatos devem receber. As doenças envolvidas têm significante mortalidade e são amplamente distribuídas.
Esse grupo de vacinas inclui em cães os vírus da raiva, além de cinomose, porvovírus, adenovírus - tipo 2, com o objetivo de proteção cruzada para o vírus da hepatite canina. Em gatos, as vacinas classificadas como Core incluem a panleucopenia felina, a rinotraqueíte, a calicivirose e raiva.

Vacinas opcionais ou Não Core devem ser administradas seletivamente, baseadas na área geográfica onde o animal vive, exposição ao agente de acordo com o seu estilo de vida e avaliação do risco-benefício.
Esse grupo de vacinas para cães envolveria o vírus da parainfluenza canina, Leptospira spp, Borrelia burgdorferi. É importante salientar que no Brasil, vacinas contra a Leptospirose e a Bordetella bronchiseptica (contra gripe canina) podem ser consideradas Core (recomendadas).




Em relação aos felinos, são consideradas opcionais, as vacinas contra a leucemia felina, em que a decisão sobre vacinar ou não deve ser baseada na idade do animal e no risco de esposição, e a clamidiose felina.

Há um terceiro grupo de vacinas: as "Não recomendadas", ou seja, aquelas que têm pouca significância clínica ou respondem prontamente ao tratamento. As vacinas incluídas nessa categoria são para Giargia spp, coronavírus canino e vacinas monovalentes de adenovirus canino tipo-1 em cães. E, em gatos, as vacinas para Peritonite infecciosa felina, Microsporumcanis, Bordetella bronchiseptica e Giardia.

Além de elaborar protocolos vacinais mais racionais e seletivos, devem ser considerados os eventos adversos potenciais. Reações vacinais parecem ser mais comuns em certas raças e famílias, sugerindo predisposição genética. Esses eventos podem incluir reações locais, anafilaxia, falha em prover imunidade, entre outros.




Vale ressaltar que os programas vacinais devem ser "customizados" de acordo com as necessidades de cada paciente. Muitas doenças contra as quais os cães e os gatos são vacinados são sérias, são zoonoses (transmissíveis ao ser humano) e podem levar o animal a óbito. Algumas são de interesse somente limitado a determinadas regiões geográficas. Esses fatores devem ser considerados ao estabelecer o protocolo vacinal para cada animal individualmente. Enquanto não existem caminhos prontos e confiáveis para determinar se cada paciente desenvolveu adequada resposta imune, é importante considerar a prática de vacinar mais animais, mas não cada animal mais do que o necessário.



Fonte: Revista Papo de Pet
Doutora: Simone Luvisário, médica veterinária formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e gerente de serviços técnicos da Unidade de Negócios Animais de Companhia da Pfizer
www.pfizersaudeanimal.com.br


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terça-feira, 31 de julho de 2012

Mitos e Verdades sobre o Inverno

A estação fria traz com ela alguns problemas típicos desta época, como as preocupações 

de como se aquecer de forma correta, qual alimentação mais saudável,o que prejudica ou 

não nosso organismo.





Ficamos mais tristes quando está frioVERDADE.

 Isso porque há indícios de que o excesso de melatonina causa tristeza e depressão. Onde há pouca luz, produz-se mais esse hormônio. Além disso, quando está frio ficamos mais introspectivos e caseiros. Existe até uma depressão de inverno, causada pelo cansaço e pelo isolamento social.




É melhor não fazer exercícios físicos no inverno.MITO.

 "Devemos fazer exercícios físicos sempre. Ele só deve ser evitado, caso o ambiente não seja propício ou a pessoa não esteja bem de saúde, por exemplo", enfatiza José Francisco Daniel, professor de Educação Física da PUC-Campinas. Entretanto, no inverno, o tempo para o corpo se aquecer é maior, já que a temperatura exterior está mais baixa e os músculos ficam mais contraídos. Então é preciso ter mais tempo e cuidado na hora do aquecimento, para diminuir o risco de lesões


Tomar banho muito quente faz malVERDADE.

 Banhos muitos quentes e demorados prejudicam a barreira de proteção da pele, deixando-a mais ressecada. "A pele não tem apenas função estética, mas também de proteção contra a perda de água e a entrada de microorganismos", diz Gisele Cristine Teixeira Barbosa, dermatologista da Faculdade de Medicina da USP.


Mulher sente mais frio do que o homemVERDADE

Não é possível generalizar o metabolismo de todas as mulheres e de todos os homens, mas a dermatologista Ligia Kogos explica que é verdade que as mulheres são mais friorentas que os homens: “O metabolismo da mulher, de um modo geral, é mais baixo em comparação ao masculino. E o homem sente o corpo mais quente, pois tem mais massa muscular e os músculos demandam muita energia.”


Colocar baldes com água no ambiente ajuda a deixar o ar menos secoMITO.

 Esse método, apesar de conhecido, tem pouco efeito. Isso porque a evaporação da água é muito lenta. Recomenda-se utilizar um umidificador de ar.


Tomar grandes quantidades de vitamina C diminui a chance de pegar gripe e resfriado.MITO. 

 Quando temos a quantidade ideal de vitamina no nosso organismo ficamos sim mais protegidos, mas não há estudos que comprovem que a ingestão em grandes doses faça dessa proteção 100% garantida.


Não precisamos passar protetor solar no inverno porque o sol é menos perigosoMITO.

 O uso do protetor solar é indicado mesmo no inverno diariamente, isso porque os raios UVA e UVB continuam agindo e o índice de irradiação ultravioleta é mais alto no inverno, por isso nem pensar em deixar de lado o protetor solar.


Ficamos mais sonolentos quando está frioVERDADE

 Sair debaixo dos cobertores e edredons quentinhos já não é muito agradável, mas a sonolência se dá por causa da diminuição da luminosidade que acontece no inverno. O ciclo do sono é influenciado pela luz do sol, que regula a produção da melatonina, hormônio estimulado pela escuridão. Como no inverno escurece mais rápido, produzimos mais melatonina. É o excesso dela que dá mais soninho...



É mais fácil engordar no invernoVERDADE.

 É fácil cair em tentação nesta época do ano, já que aumenta a sensação de fome e a oferta de comida mais calórica é maior - além de termos preguiça de ir à academia. "O hábito de consumir comida quente, cremosa e reconfortante no inverno, pode acarretar um consumo maior de calorias do que a alimentação habitual", aponta a nutricionista Karine Nunes Costa Durães, membro do Comitê Técnico Científico da Associação Paulista de Nutrição.


Os problemas respiratórios aumentamVERDADE. 

No inverno, as temperaturas ficam cada vez mais baixas e o ar mais seco. E isso cria um ambiente propício para o aparecimento de infecções, sinusite, pneumonia, bronquite etc. Assim, há um aumento da incidência de doenças respiratórias de 30 a 40%, conforme dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).


Precisamos usar protetor labial no invernoVERDADE.

  Os lábios estão próximos da mucosa da boca e, por isso, possuem pele muito fina. Assim, tanto os extremos das temperaturas quanto o ar seco favorecem antes e com muito mais intensidade o ressecamento dessa região frágil do que a do resto do corpo. Mas a manteiga de cacau não ajuda muito, por não tem propriedades hidratantes. O ideal são cremes e protetores labiais com substâncias hidratantes que levam mais água para essa pele e/ou materiais oclusivos que impeçam a saída dessa água


Não precisamos beber tanta água no invernoMITO. 

Apesar de não sentirmos tanta sede, é tão importante se hidratar no inverno como no verão. Isso porque a hidratação é fundamental para manter a temperatura corporal. "Além disso, o ar está mais seco e, por isso, a água vai ajudar muito a repor o líquido perdido pela respiração e pela pele", aponta Gisele Cristine Teixeira Barbosa, dermatologista da Faculdade de Medicina da USP. Por isso, é importante ingerir água (mesmo sem sentir sede) durante todo o dia, além de chás e sucos naturais.


O desejo sexual diminui no frioMITO.

 A libido não tem nada a ver com o clima. O que regula esse desejo é a parte emocional e biológica do corpo humano. De qualquer forma, evite pijamas desengonçados para seu parceiro (a) não desistir da empreitada.




Sentimos mais dor no invernoVERDADE. 

"Realmente é fato que sentimos mais dor no frio, pois nossas terminações nervosas ficam mais sensíveis", explica Gisele Cristine Teixeira Barbosa, dermatologista da Faculdade de Medicina da USP. Além disso, segundo ela, devido à alteração de temperatura e ventos, a pele fica mais sensível e frágil para conseguir se manter saudável. Isso pode deixá-la vermelha ou ressecada nas áreas mais secas da face, como ao redor da boca, laterais do rosto e na região das pálpebras.


Fazemos mais xixi no frioVERDADE

O corpo mantém a sua quantidade de água constante, por meio de um processo chamado homeostase. Quando a temperatura externa é muito mais fria do que a do corpo, a quantidade de água que eliminamos pelo suor e pela respiração é bem menor. Por isso, quando está frio, quem passa a lidar com o excesso de água no nosso organismo é o rim, que controla a bexiga. Assim, fazemos mais xixi porque é a forma encontrada pelo nosso corpo para manter equilibrado seu nível de água.


Idosos sentem mais frio que jovensVERDADE.

 A pele mais fina, problemas na circulação sangüínea e uma menor concentração de gordura subcutânea tornam os idosos mais suscetíveis à diminuição de temperatura. Afinal, a gordura age no organismo como um isolante térmico. Mas isso não serve como desculpa para manter o excesso de peso, associado a muitos problemas que afetam essa faixa etária, como diabetes - melhor caprichar no agasalho.



Por: Carina Brandão
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